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penca de ouro

Blogadinha, em 12.01.17

 

Sou bem o tipo de telespetadora que salta do primeiro para o último episódio da telenovela da noite e que se acha no direito de reclamar o muito que viu e não entendeu – quando o enredo é bom, assim deve. Até que anunciaram o regresso do Diogo Morgado ao pequeno ecrã... Em traços largos conta-se a história de um jovem que foge de Portugal para o Brasil, após o assassinato da família, a fim de salvar a própria vida e ali amadurecer plano de vingança.

 

Primeiro episódio: "Diogo Morgado" no Brasil. 39 anos? Fiu! Fiu! Oba oba!!
Mais um episódio: "Diogo Morgado" em Portugal. 26 anos. F... hã? Enapah! 

Bastaram-me dois, mas bons, episódios ao esbardalhanço: os vilões navegam, definitivamente, nos pormenores. Conseguimos gargalhada envergonhada porém incontida nas situações mais condenáveis. Ri na tragédia do Zé Maria, sorri ao sotaque do Jorge Monforte e verei a última cena do Diogo Morgado.

E ao saltar do último para o primeiro episódio dar-me-ei voz à reclamação:

Lembra do nariz de palhaço que ele tinha aos vinte anos? Ninguém merece! 

 

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O bochechas

Blogadinha, em 09.01.17

 

No decorrer da semana saberemos mais sobre a vida de Mário Soares do que o próprio que a viveu! Qualquer comentário sobre, será por si só reflexo e perpetuar do legado mais valoroso que qualquer nação pode usufruir: liberdade em consciência. Importa reconhecer bandeira e meritar quem luta pela defesa do bem comum. Pela causa e igualmente por causa, uma perda incontornável na nossa História.

 

Adeus e até sempre.

Descanse em paz.

 

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Las granadas!

Blogadinha, em 06.01.17

 

Quando leio pomegranate, a imagem oferecida pelo meu cérebro é uma explosão doce.

 

Perde-se na tradição ideia de descascar uma romã sem deixar cair um grão.

A coroa da fruta virava troféu e símbolo de sorte para quem vencia o desafio.

Dos grãos feridos e desaparecidos em combate, nada a declarar de boca cheia!

 

Quando ouço chapéus há muitos!, o meu corpo pula de contentamento. 

Exceto as orelhas. As minhas orelhas têm muita liberdade de expressão.  

 

Nesta curiosidade alusiva ao Dia de Reis, rendo a minha coroa a uma leitura simples:

o Bolo! São mirra as frutas cristalizadas, ouro a côdea dourada e incenso o polvilho.

Toda uma riqueza de ingredientes, a qual lhe garante lugar de destaque na consoada.

 

O Rei da festa.

Com ou sem favas contadas nestas tradições, reparto a minha fatia de fim de quadra:

Que 2017 vos seja um desafio diário, ora doce ora explosivo, mas coroado de êxitos.



Feliz ano novo, blogadinhos!

 

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