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Sobral Brothers

Blogadinha, em 06.03.17

 

| Beijo os pezinhos a quem encontrar o link |

Está uma jovem em palco a tocar violino como se fosse eterna (seis ou 60 minutos nisto, raios parta). Para de tocar, abre os olhos e canta um verso: "Ontem fiz maionese, pah!". Venceu o Eurovision Song Contest nesse ano.

 

 

 

Para bom entendedor uma sobrancelha arqueada basta!

 

Para os demais ignorantes, como eu própria, entendamos que as críticas (favoráveis ou não), as canções e a Europa são parte numa realidade maior: identidade cultural. Que não obstante a merecida referência, é dececionante a exclusividade perpetuada das canções arquivadas a preto e branco, como se não houvesse vida após os anos 70; que as gerações nascidas até então, sábias e privilegiadas na riqueza dos poemas, melodias simples e dicção perfeita (importante), impinjam imitação sem vergonha, sejam uns Il Divo à portuguesa ou flores nacionais plantadas de estaca; que as gerações legadas e enraizadas neste discurso, protestem o Novo Acordo Ortográfico mas não se acanhem em negociar dicionário por inteiro em nome da aparência internacional! Madafuckers (tradução: eu amo vocês, madafuckers).

 

Que não nos falhe a história na hora de fazer história: as canções que nos representam além-fronteiras são o nosso fado. E o cante alentejano. Ah!, e o rock... (respeito ao José Cid, mãe é mãe!). Se o Eurovision Song Contest conhecesse a Ana Malhoa... era cartão de visita para a vida (fim ou começo da mesma).

 

Os irmãos Sobral são a cereja nesta transversalidade: têm voz de locutor de rádio dos anos 50, vestem anos 80/90 e mostram de que massa somos feitos na hora de defender o que é nosso (orgulho nacional, bom de ver). São uns perfeitos anormais! Amem ou odeiem (não amo a dicção enrolada no rebuçado, todavia melhorada na prestação final; esqueço o mundo quando a canção se abeira do fim e respeito a panca de quem se dá igual a si próprio). Assim somos, Portugal. Registem e arquivem. Força na maionese!

 

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Gamaram o tio?!

Blogadinha, em 01.03.17

 

Quando o assunto é gatunagem o povo é astuto na partilha:

culpado é todo aquele que for apanhado com a fruta na mão.

 

Não morro de amores pela passadeira, aquilo é artigo para acumular muita bactéria. Igualmente duvido de quem diz maravilhas de um filme, com boca a cheirar a pipoca – multitasking só é bom argumento se não cheirar a esturro, seja nas tarefas executadas ou o cérebro. A melhor de três é descobrir que "Oscar" é um nickname para "Academy Award of Merit", assente na reação de uma diretora executiva que achou a estatueta parecida com o seu tio Oscar... Família, ninguém escolhe.

 

Sem samba no pé nem sono à vista, confesso-me audiência na Cerimónia dos Óscares.

 

Fascinava-me a abertura hollywoodesca, depois as piadolas do anfitrião. Agora papo tudo e ainda digo que não gostei (opiniões todos temos, fundamentadas é outro nível! E o mesmo grau de estupidez.)! Não gostei de ver um truque de ilusionismo às cinco da manhã, no qual tentam tirar um filme da cartola e sai de lá uma pêra! Não gostei que o ilusionista convidado, dando pelo erro, tenha oferecido a fruta à partenaire! E  que esta a tenha mordido à vontadinha! Lambona.

 

Quando a partilha é fruta bichada comemos sem cerimónia.

Perdoado será quem tanto fez que agora é um tanto faz.

 

O tio não merecia. 

 

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cansei de ser moderna

Blogadinha, em 30.01.17

 

Já fui brindada com um riso cavernoso por apresentar profissionalmente um servidor

de e-mail que não o Google. Fazendo uso do papel de burra atribuído, sorri com todos

os dentes que tinha à época e engoli em silêncio a ideia: o universo é cá uma googlada!  

Se não encontras no Google, pergunta a uma mulher. Sinto-me com sorte. Tchim tchim

 

Sabemo-nos nesta realidade blogoesférica: a Blogadinha explora o correio encarnado.

Sem reclamações de parte a parte! Já o explorei três a cinco vezes seguidas numa hora,

mas só porque ele pediu com muito jeitinho, em letra pequenina:  "tente novamente".

 

Aborrece-me a ignorância das criaturas que se acham no direito à ignorância d'outrem.

No Gmail circula agora um vírus transmissível por qualquer um dos nossos contatos,

bastando ao contágio um clique sobre documentos enviados por estes em anexo (cena

à filme: imagens encriptadas cuja visualização garante recolha de dados do utilizador).

 

Uma espécie de moral para todas as ovelhas à solta no universo:

 

 

Não sou mulher para me enterrar com o peso de uma arroba! 

Se querem uma imagem para a vida ofereçam-me chocolate.

 

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