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Aprende quem não sabe e reinventa quem aprendeu.
Porque o céu é limite para uns e começo para os demais.
Recomeço. Humm... de olhar fito e adocicado no horizonte.
E um pensar sobre o pensamento de que tudo foi já inventado.
Para tal bem e para o mal, se mal me cheirou melhor não saberá.
Recomeço.
Que a marmelada é tão mais prazerosa quando caseirinha, aprendi.
Travada em pau feito canela e limão para alimentar ao desejo a sede.
Uma vez primeira – a gosto e com gosto. Para todos os gostos haverá.
Reinvento.
Que noutros marmelos não cuidava eu semelhante aveludado e aroma!
Horizonte.
E um olhar polpudo sobre o liminar do pensamento por si só inventado.
Doçura.
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