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Julgava-me caso isolado e inconfessável nesta tentativa:
Sampaio
... da Nódoa
... da Póvoa
... da Nóvoa.
Ontem ouvi alguém usar a primeira opção!
Acontece.
Num reality eleitoral que tem pontapeado a democracia, sobrevalorizando a promoção individual e hibernando conteúdo e ideias, não será de apupar a identidade apurada no Domingo (pelo menos até associarmos nome e rosto). Quem vencer receberá trato de Vocelência e Presidente, quem perder é ex-candidato. Quem vota não merece medalha. E por cada nome que nunca nos lembramos nascem dois amigos imaginários no mundo!
(Mentira, disfarçamos mal e morremos de vergonha.)

A cara das pessoas quando a frase
não termina do jeito que elas periquito.
Aqueles dias em que o espírito balança entre a vontade e a vontadinha.
Entre ambas, linha feita ao e-mail recebido from criatura incredulamente sentada a metros.
Com todo o blá blá blá e uns "seis países: França, Alemanha, Países de baixo, Luxemburgo..."
Aqueles dias em que o espírito balança mas não cai.
Hoje não foi um desses dias: ri largo e à-vontadinha.
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