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A gulodice puxa-me mão e avental para bolo regional.
Concentrado nos poses e na aguardente e fintado em boa lembrança.
Porque é Páscoa, sabem?
Porque é Páscoa.
Gulodice familiar dissimula memória empacotada de amêndoa confeitada.
Ah, isso é que não!!! Ainda não.
Tesouradas na massa, açúcar ao alto e mãos nas boobies.
Perguntam-se: O que foi? O que foi?
Respondo: O que foi não torna a ser.
Hmm, cheirinho bom na cozinha.
Faz parte.
Reparte.
Apontem receita.
Porque é Páscoa, sabem?
* Tenham uma excelente quadra.
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O primeiro olhar da janela de manhã O velho livro de novo encontrado Rostos animados Neve, o mudar das estações O jornal O cão A dialéctica Tomar duche, nadar Velha música Sapatos cómodos Compreender Música nova Escrever, plantar Viajar, cantar Ser amável.
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Poema: Bertold Brecht, in 'Do Pobre B.B.'
Player: She & Him, In the sun
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Acaba mal o teu verso, mas fá-lo com um desígnio:
é um mal que não é mal, é lutar contra o bonito.
Vai-me a essas rimas que tão bem desfecham
e que são o pão de ló dos tolos
e torce-lhes o pescoço,
tal como o outro pedia se fizesse à eloquência,
e se houver um vossa excelência que grite: — Não é poesia!,
diz-lhe que não, que não é, que é topada, lixa três,
serração, vidro moído, papel que se rasga ou pedra que rola na pedra.
Mas também da rima «em cheio» poderás tirar partido,
que a regra é não haver regra,
a não ser a de cada um, com sua rima, seu ritmo,
não fazer bom e bonito, mas fazer bom e expressivo.
"Bom e expressivo", como Alexandre O'Neill
21 de Março – Dia Mundial da Poesia
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