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Quando leio pomegranate, a imagem oferecida pelo meu cérebro é uma explosão doce.
Perde-se na tradição ideia de descascar uma romã sem deixar cair um grão.
A coroa da fruta virava troféu e símbolo de sorte para quem vencia o desafio.
Dos grãos feridos e desaparecidos em combate, nada a declarar de boca cheia!
Quando ouço chapéus há muitos!, o meu corpo pula de contentamento.
Exceto as orelhas. As minhas orelhas têm muita liberdade de expressão.
Nesta curiosidade alusiva ao Dia de Reis, rendo a minha coroa a uma leitura simples:
o Bolo! São mirra as frutas cristalizadas, ouro a côdea dourada e incenso o polvilho.
Toda uma riqueza de ingredientes, a qual lhe garante lugar de destaque na consoada.
O Rei da festa.
Com ou sem favas contadas nestas tradições, reparto a minha fatia de fim de quadra:
Que 2017 vos seja um desafio diário, ora doce ora explosivo, mas coroado de êxitos.
Feliz ano novo, blogadinhos!
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